Meu Não-Objeto
Para o meu não-objeto, tentei trazer as ideias que nosso grupo estabeleceu como diretrizes. Para a questão dos pesos e contrapesos, me veio à mente a ideia de tentar fazer um móbile (inspirado pela minha pesquisa do artista Alexander Calder), e seguindo a ideia do nosso objeto-mãe, substituí a bolinha que ficaria na parte inferior por esse conjunto de bolas de madeira anexadas a palitos de churrasco cortados por meio de fios, criando o móbile. Para a dualidade entre flexível e duro, escolhi as bolinhas e os palitos como elemento rígido, e a sacola plástica e os fios como elemento flexível. A transparência e o fato de envolver o ar vieram com a sacola, que resolvi colocar embaixo do móbile, em vez de em cima, a fim de impedir que o móbile se embolasse. Além disso, uma parte anexa do não-objeto foi um leque de papelão, para ajudar a introduzir uma corrente de ar para o usuário usá-la no não-objeto.
Apesar de ter gostado do meu não-objeto, achei que ele não mostrou muitas possibilidades diferentes de interação, e mesmo que quando eu o usei as cordas do móbile não se embolaram, quando outras pessoas o usavam, imediatamente o móbile se emaranhava inteiro e perdia seu sentido. Concluindo, acho que pensei em um jeito certo de usá-lo, algo que não é característico do não-objeto. Apesar disso, gostei da experiência de realizar um projeto plástico pela primeira vez.
Comentários
Postar um comentário