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Mostrando postagens de outubro, 2025

Croqui de uma casa no bairro Santa Tereza

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 Um croqui que eu fiz hoje depois de almoçar em um restaurante no Santa Tereza. Resolvi sentar em uma praça do lado d restaurante e notei essa casa em um ângulo interessante, que me permitiria usar a perspectiva de dois pontos de fuga. 

Croqui do Parque Municipal

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 Ontem eu fui ao Parque Municipal para jogar tênis com meu pai, mas como a quadra estava ocupada, resolvemos desenhar. Escolhemos o Teatro e uma construção que eu não tenho certeza do que é, mas achei o formato de ambos muito interessante. Esse foi um dos meus resultados de desenhos preferidos, pois meu pai me ajudou muito dando dicas e me orientando. 

Colagem digital abstrata (Photopea)

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Sketchup Sensitivo

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Desenhos de perspectiva da EAD

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Desenhos isométricos

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Meu Não-Objeto

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 Para o meu não-objeto, tentei trazer as ideias que nosso grupo estabeleceu como diretrizes. Para a questão dos pesos e contrapesos, me veio à mente a ideia de tentar fazer um móbile (inspirado pela minha pesquisa do artista Alexander Calder), e seguindo a ideia do nosso objeto-mãe, substituí a bolinha que ficaria na parte inferior por esse conjunto de bolas de madeira anexadas a palitos de churrasco cortados por meio de fios, criando o móbile. Para a dualidade entre flexível e duro, escolhi as bolinhas e os palitos como elemento rígido, e a sacola plástica e os fios como elemento flexível. A transparência e o fato de envolver o ar vieram com a sacola, que resolvi colocar embaixo do móbile, em vez de em cima, a fim de impedir que o móbile se embolasse. Além disso, uma parte anexa do não-objeto foi um leque de papelão, para ajudar a introduzir uma corrente de ar para o usuário usá-la no não-objeto. Apesar de ter gostado do meu não-objeto, achei que ele não mostrou muitas possibilid...

Exercício Não-Objeto, Diretrizes em grupo

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Pesquisa: obras “não-objeto” + artistas cinéticos

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 Como minha parte do projeto, pesquisei sobre o artista Alexander Calder, e como suas obras se encaixam na teoria do Não-Objeto. Alexander Calder foi um artista e escultor norte-americano, considerado criador dos móbiles, esculturas suspensas que se movimentam com correntes de ar. Também produziu estábiles, esculturas fixas, que mesmo sem se mover transmitem sensação de leveza e movimento, com uma sensação de dinamismo, mesmo sendo estáticas. Tem esculturas de grande escala exibidas em locais públicos, integrando arte à paisagem urbana, tornando-a mais acessível. Em suas obras, à medida que o espectador se move ao redor das peças, novas linhas e perspectivas surgem, reforçando a impressão de que a obra está em constante transformação. Nesse sentido, podemos dizer que grande parte das obras de Calder se encaixam no status de Não-Objeto. Em primeiro lugar, o Não-Objeto não representa nada, e sim apresenta-se, e as esculturas de Calder se encaixam nessa definição, já que não são fig...

Desenho de Observação, Cadeira da EAD

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Zine Experimental Abstrato

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 Zine finalizado em PNG : Fotos do Zine Físico : O material bruto usado nesse zine foram trabalhos já realizados nas aulas de AIA, como as fotos dos objetos de papel explorando luz e sombra, as fotos dos objetos que exploravam transparência e reflexo, vários desenhos de observação feitos em aula e em casa, as fotos do exercício de composição abstrata com objetos do dia a dia, e as cenas que fizemos do exercício do SketchUp abstrato. Na minha experiência, fazer esse zine me ajudou bastante a usar e entender o Photopea, pois eu aprendi diversos comandos e recursos para realizar as ideias que eu tinha.

Desenhos de Observação, Poses e Objetos

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Fichamento do texto Teoria do Nao Objeto

Nesse texto Ferreira Gullar cria um termo para designar uma forma específica de arte que ele estava observando surgir em sua época, denominando-a de não-objeto. A princípio, ele afirma que o não-objeto não é o oposto de objeto, e sim algo novo. Para começar a explicar sua ideia, ele faz um retrospecto da história da arte, lembrando de quando a arte figurativa começou a perder espaço com o advento do Impressionismo, que priorizava a impressão sobre a objetivação. Assim, o objeto representado no quadro perdia importância, e o quadro, como objeto, ganhava importância. Ele afirma que quando a pintura abandona a representação, a moldura perde o sentido, já que ela tinha o intuito de separar a obra do mundo. A arte abstrata, por sua vez, buscava realizar a obra no espaço real. O mesmo valeria para a base, ou pedestal, em uma escultura. Esse gesto (tirar a moldura ou a base), é um esforço do artista para libertar-se do quadro convencional da cultura e ter sua obra livre de qualquer significaç...

Fichamento do texto Animação Cultural

Nesse texto, Fuller, a fim de explorar a ideia de cultura e a relação homem-objeto, se coloca como um objeto (uma mesa redonda) para declarar os Direitos Objetivos, afirmando que a objetividade enfim está consciente. Em sua declaração, a mesa começa questionando o porquê dos humanos exercerem um poder repressor sobre os objetos, com esses servindo a humanidade. Para apoiar a ideia de que essa relação não faz sentido, a mesa introduz a ideia de que a produção não é somente uma ação humana exercida sobre o mundo, havendo também a contra-ação do mundo sobre a humanidade, e afirmando que os objetos são, portanto, a síntese entre a ação humana sobre o mundo e a ação do mundo sobre o homem. Para salientar ainda mais seu ponto sobre a superioridade da objetividade, a mesa alude a um antigo mito, no qual a origem dos humanos se dá a uma entidade que, ao modelar um pouco de barro e assoprá-lo, cria o primeiro humano, provando que a própria humanidade admite a superioridade de algo criado (objet...